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Aproveitamento Hidroeléctrico do Luachimo

Governo 14-04-2026
JOÃO BAPTISTA BORGES E HOMÓLOGO NAMIBIANO IMPULSIONAM ALIANÇA ESTRATÉGICA PARA ENERGIA NO SUL DE ÁFRICA

JOÃO BAPTISTA BORGES E HOMÓLOGO NAMIBIANO IMPULSIONAM ALIANÇA ESTRATÉGICA PARA ENERGIA NO SUL DE ÁFRICA

O Ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, e o Ministro da Indústria, Minas e Energia da Namíbia, Modestus Tshitumbu Amutse, testemunharam a assinatura do acordo do Projecto ANNA – Interligação Eléctrica Angola–Namíbia, instrumento estratégico que reforça a cooperação bilateral e a visão comum de desenvolvimento entre os dois Estados.

O acordo, celebrado entre a RNT e a NamPower, estabelece as bases para a construção e desenvolvimento conjunto da interligação eléctrica entre os dois países.

Na componente angolana, o projecto prevê um interconector de 400 kV Angola–Namíbia, cerca de 160 quilómetros de linha de transporte, a ampliação da subestação da Cahama, na província do Cunene, e infra-estruturas complementares.

A iniciativa visa viabilizar a exportação de electricidade numa potência até 500 megawatts, reforçando a segurança energética regional, a eficiência no uso dos recursos disponíveis e novas oportunidades de investimento e crescimento económico.

Na ocasião, o Ministro João Baptista Borges sublinhou que o acordo representa mais do que instrumentos jurídicos, traduzindo-se numa parceria estratégica assente na confiança política, no respeito mútuo e na convicção de que a integração regional é caminho seguro para a prosperidade partilhada.

Destacou igualmente que, para Angola, o projecto enquadra-se na estratégia nacional de expansão da produção, transporte e distribuição de energia eléctrica, bem como no compromisso de contribuir activamente para a integração energética da África Austral.

Referiu ainda que o continente exige respostas modernas, infra-estruturas robustas e alianças inteligentes capazes de aproximar economias, reduzir assimetrias e fortalecer mercados regionais.

O Projecto ANNA afirma-se, deste modo, como marco histórico da integração energética regional e do aprofundamento das relações estratégicas entre Angola e Namíbia, reforçando o posicionamento angolano como actor central no desenvolvimento energético da África Austral e promotor de estabilidade, cooperação, progresso sustentável e melhoria efectiva das condições de vida e do progresso dos povos.

Fonte: GTICII
Governo 14-04-2026
MINISTRO JOÃO BAPTISTA BORGES VISITA ZONAS AFECTADAS POR VANDALISMO DE TORRES DE TRANSPORTE E CONDENA COM FIRMEZA ACTOS CONTRA O SISTEMA ELÉCTRICO NACIONAL

MINISTRO JOÃO BAPTISTA BORGES VISITA ZONAS AFECTADAS POR VANDALISMO DE TORRES DE TRANSPORTE E CONDENA COM FIRMEZA ACTOS CONTRA O SISTEMA ELÉCTRICO NACIONAL

O Ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, efectuou uma visita de constatação às zonas de Cacuaco e Vida Pacífica, locais onde, no dia de ontem, sete torres de transporte de electricidade foram alvo de actos de vandalismo, provocando graves perturbações no sistema eléctrico e afectando o normal fornecimento de energia em diversas áreas da província de Luanda, o que deixou, de forma directa, mais de 45 mil famílias sem o fornecimento de energia eléctrica.

Em consequência desta acção criminosa, registaram-se cortes de energia e constrangimentos no abastecimento à totalidade da Vida Pacífica, parte do Zango Zero, bem como nas zonas do Cazenga, Sambizanga, Mutamba, Praia do Bispo, Valódia e São Paulo, causando enormes transtornos à população, aos serviços públicos, ao comércio e à actividade económica em geral.

Durante a visita, o Ministro acompanhou os trabalhos das equipas técnicas mobilizadas para a reposição das infra-estruturas danificadas e para a normalização progressiva do sistema, tendo orientado máxima celeridade na resposta operacional, de modo a minimizar os impactos sofridos pelos cidadãos.

João Baptista Borges condenou com firmeza estes actos de vandalismo, qualificando-os como crimes graves contra o património público e contra os interesses colectivos da Nação.

Atacar infra-estruturas eléctricas estratégicas significa prejudicar directamente milhares de famílias, hospitais, escolas, empresas e serviços essenciais que dependem diariamente da energia eléctrica.

Cada torre destruída ou sabotada representa elevados custos de reposição para o Estado, atraso no desenvolvimento e sofrimento desnecessário para os cidadãos, razão pela qual tais práticas não podem ser toleradas.

É, igualmente importante, reafirmar-se, de forma enérgica, um apelo à sociedade, às comunidades e às lideranças locais para o reforço da vigilância colectiva e da cultura de denúncia responsável, sempre que se verifiquem movimentos suspeitos ou actos contra instalações públicas.

A defesa das infra-estruturas nacionais é uma responsabilidade partilhada e que a colaboração dos cidadãos constitui elemento decisivo para prevenir crimes desta natureza e proteger bens construídos com recursos públicos para benefício de todos.

O Ministério da Energia e Águas continuará a trabalhar, em coordenação com os órgãos competentes do Estado, no reforço das medidas de protecção da rede eléctrica nacional, na responsabilização dos autores destes actos e na aceleração dos investimentos destinados a garantir maior robustez, segurança e fiabilidade do sistema eléctrico.

O Executivo reitera o seu compromisso inabalável com a melhoria contínua do fornecimento de energia à população e com a defesa do interesse público, não permitindo que actos criminosos travem o progresso e o desenvolvimento do país.

Fonte: GTICII
Governo 08-04-2026
MINISTRO DA ENERGIA E ÁGUAS PRESIDE À SEGUNDA REUNIÃO DO COMITÉ DE REFORMA DO SECTOR ELÉCTRICO

MINISTRO DA ENERGIA E ÁGUAS PRESIDE À SEGUNDA REUNIÃO DO COMITÉ DE REFORMA DO SECTOR ELÉCTRICO

O Ministério da Energia e Águas realizou hoje, 7 de Abril de 2026, em Luanda, a segunda reunião do Comité de Reforma do Sector Eléctrico, sob presidência do Ministro João Baptista Borges, no quadro do processo de transformação, modernização e fortalecimento institucional do sector eléctrico nacional.

A reunião constituiu um importante momento de análise, concertação e alinhamento estratégico em torno das principais opções de reforma, reafirmando o compromisso do Executivo com a construção de um sistema eléctrico mais eficiente, sustentável, resiliente e capaz de responder às exigências do desenvolvimento económico e social do País.

Durante os trabalhos, foram apreciados os resultados de um benchmark internacional com referência às experiências do Brasil, Moçambique, Quénia, África do Sul, Namíbia e Portugal, permitindo identificar factores-chave para o sucesso das reformas, com destaque para a clarificação das funções institucionais, o reforço da regulação, a sustentabilidade financeira, a melhoria da coordenação entre intervenientes e a criação de condições mais favoráveis ao investimento público e privado.

Entre os modelos analisados, mereceram particular atenção a experiência do Brasil, marcada pela separação de funções e coexistência entre participação pública e dinâmica de mercado; a de Moçambique, assente numa trajectória gradual e adaptada à realidade nacional; e a do Quénia, caracterizada por forte presença de produtores independentes, mas também por desafios de coordenação, equilíbrio institucional e sustentabilidade.

O Comité analisou igualmente os contributos recolhidos junto de entidades públicas e privadas, operadores e regulador, os quais convergem na necessidade de aprofundar a sustentabilidade financeira, elevar a eficiência operacional, reduzir perdas técnicas e comerciais, melhorar a qualidade do serviço prestado aos cidadãos e clarificar os papéis e responsabilidades dos diferentes actores ao longo de toda a cadeia de valor da energia eléctrica.

A reflexão permitiu ainda aprofundar os principais desafios estruturais do sector, nomeadamente a expansão da cobertura eléctrica, a modernização das infra-estruturas, o reforço da fiabilidade do sistema, a melhoria da capacidade de planeamento e gestão e a consolidação de um modelo institucional mais coerente, funcional e orientado para resultados.

Foi também sublinhada a relevância da nova Lei da Electricidade como instrumento estruturante para a reorganização, regulação e funcionamento do sector, oferecendo bases mais sólidas para a definição de competências, o fortalecimento da governação sectorial e a promoção de um ambiente mais previsível, transparente e atractivo para o investimento.

A reunião permitiu igualmente aprofundar a análise sobre modelos alternativos de organização do sector eléctrico angolano, ponderando-se as respectivas vantagens, desafios e implicações operacionais, numa abordagem faseada, prudente e ajustada às especificidades do contexto nacional.

Neste processo, ficou reafirmado que a reforma do sector eléctrico deve ser orientada por objectivos estratégicos claros: garantir maior eficiência e sustentabilidade, melhorar a qualidade e continuidade do fornecimento de energia eléctrica, assegurar maior fiabilidade do sistema, expandir o acesso à electricidade, fortalecer a capacidade institucional do sector e criar condições para um ambiente mais competitivo, equilibrado e mobilizador de investimento.

Mais do que uma reorganização institucional, a reforma em curso representa uma aposta estruturante na consolidação de um sector eléctrico moderno, financeiramente sustentável e tecnicamente robusto, capaz de apoiar o crescimento da economia, impulsionar a industrialização, promover a inclusão territorial e contribuir directamente para a melhoria das condições de vida das populações.

Como próximos passos, o Ministério da Energia e Águas dará continuidade ao aprofundamento técnico das opções em análise, ao processo de validação com as partes interessadas e à preparação de recomendações para decisão, num quadro de responsabilidade, rigor e compromisso com o interesse público.

A reunião foi considerada produtiva, constituindo mais um passo firme e decisivo na definição das orientações estratégicas que irão sustentar a transformação do sector eléctrico nacional e consolidar a sua contribuição para o desenvolvimento sustentável de Angola.

Fonte: GTICII
Governo 06-04-2026
LUAU PREPARA-SE PARA RECEBER ENERGIA ELÉCTRICA E BENEFICIAR MAIS DE 100 MIL HABITANTES

O Executivo angolano, por intermédio do Ministério da Energia e Águas, no quadro da sua estratégia de expansão e diversificação da matriz energética nacional, concluiu a construção do Parque Solar Fotovoltaico do Luau, localizado no município do Luau, província do Moxico Leste.

Com a obra física 100% concluída, a infra-estrutura entra agora na fase final de operacionalização e começará a fornecer energia eléctrica à população nos próximos dias, representando um marco importante para o reforço do acesso à electricidade naquela região do País.

O projecto dispõe de uma capacidade instalada de 32,20 MWp e de um sistema de armazenamento em baterias com capacidade de 79,77 MWh, integrando cerca de 55 mil painéis solares, o que permitirá assegurar o fornecimento contínuo e estável de energia, 24 horas por dia.

Em paralelo, decorre a execução de aproximadamente 20 mil ligações domiciliárias, com impacto directo em mais de 100 mil habitantes, reforçando a inclusão energética e a melhoria das condições de vida das comunidades locais.

Este investimento enquadra-se na política do Governo de promoção das energias renováveis, redução da dependência de combustíveis fósseis e racionalização da despesa pública, prevendo-se uma poupança anual superior a 12 milhões de litros de combustível.

O Parque Solar Fotovoltaico do Luau representa, assim, uma transformação estrutural no panorama energético da região leste do País, reflectindo o firme compromisso do Executivo, sob liderança do Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, com a melhoria contínua das condições de vida das populações, a promoção da inclusão energética e o desenvolvimento sustentável de Angola.

Fonte: GTICII
Governo 31-03-2026
EXECUTIVO APOSTA EM “QUILONGA GRANDE” PARA GARANTIR ÁGUA A MILHÕES DE CIDADÃOS

O Executivo angolano, por intermédio do Ministério da Energia e Águas, continua a reforçar a implementação de projectos estruturantes voltados à melhoria das condições de vida das populações e à promoção do desenvolvimento sustentável do país.

Neste quadro, decorrem a bom ritmo os trabalhos de construção do Sistema de Abastecimento de Água Quilonga Grande, uma das mais importantes infra-estruturas hídricas actualmente em execução em Angola.

Localizado na região de Bom Jesus, o projecto representa um investimento estratégico para as províncias de Luanda e Icolo e Bengo, estando concebido para assegurar acesso regular à água potável a cerca de cinco milhões de cidadãos, em resposta à crescente procura por este serviço essencial numa das regiões mais dinâmicas e populosas do país.

A infra-estrutura permitirá reforçar significativamente a capacidade de produção e distribuição de água tratada, num contexto marcado pela expansão urbana, industrial e agrícola.

A sua área de abrangência inclui os municípios de Cacuaco, Viana, Mulenvos, Calumbo, Cabiri, Sequele, Bom Jesus e Catete, zonas de forte crescimento demográfico e com papel estratégico no desenvolvimento económico das duas províncias.

A Estação de Tratamento de Água (ETA) terá capacidade para produzir 518 mil metros cúbicos de água por dia e será complementada por uma ampla rede de distribuição, reservatórios e centros de armazenamento, permitindo levar água tratada directamente às residências de milhões de cidadãos.

O projecto contempla igualmente centros de distribuição em Cacuaco 2, Zango, Novo Aeroporto, Km 30, Capalanca, Bom Jesus e PIV.

Para além da expansão do sistema público de abastecimento, o Projecto Quilonga Grande terá impacto social, económico e sanitário relevante, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida das populações, a redução de doenças de origem hídrica, o reforço da saúde pública, o apoio ao crescimento urbano planificado e o impulso ao desenvolvimento industrial, agrícola e logístico da região.

Os trabalhos de captação de água, condutas de água bruta, estação de tratamento, reservatórios e estação de tratamento de água de processo apresentam um nível de execução física bastante avançado, prevendo-se que, até ao final de 2026, o sistema inicie o fornecimento de água potável às populações de Luanda e Icolo e Bengo.

No quadro da estratégia do Ministério da Energia e Águas para o reforço da segurança hídrica, da expansão da cobertura e da melhoria da fiabilidade do abastecimento público de água, a concretização do Projecto Quilonga Grande reafirma o compromisso do Executivo angolano, sob liderança do Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, com a implementação de infra-estruturas estruturantes, a melhoria contínua dos serviços públicos essenciais e a construção de uma Angola mais inclusiva, moderna e preparada para os desafios do futuro.

Fonte: GTICII

minea.gov.ao Ministro da Energia e Águas

João Baptista Borges



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