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Aproveitamento Hidroeléctrico do Luachimo

Governo 08-04-2026
MINISTRO DA ENERGIA E ÁGUAS PRESIDE À SEGUNDA REUNIÃO DO COMITÉ DE REFORMA DO SECTOR ELÉCTRICO

MINISTRO DA ENERGIA E ÁGUAS PRESIDE À SEGUNDA REUNIÃO DO COMITÉ DE REFORMA DO SECTOR ELÉCTRICO

O Ministério da Energia e Águas realizou hoje, 7 de Abril de 2026, em Luanda, a segunda reunião do Comité de Reforma do Sector Eléctrico, sob presidência do Ministro João Baptista Borges, no quadro do processo de transformação, modernização e fortalecimento institucional do sector eléctrico nacional.

A reunião constituiu um importante momento de análise, concertação e alinhamento estratégico em torno das principais opções de reforma, reafirmando o compromisso do Executivo com a construção de um sistema eléctrico mais eficiente, sustentável, resiliente e capaz de responder às exigências do desenvolvimento económico e social do País.

Durante os trabalhos, foram apreciados os resultados de um benchmark internacional com referência às experiências do Brasil, Moçambique, Quénia, África do Sul, Namíbia e Portugal, permitindo identificar factores-chave para o sucesso das reformas, com destaque para a clarificação das funções institucionais, o reforço da regulação, a sustentabilidade financeira, a melhoria da coordenação entre intervenientes e a criação de condições mais favoráveis ao investimento público e privado.

Entre os modelos analisados, mereceram particular atenção a experiência do Brasil, marcada pela separação de funções e coexistência entre participação pública e dinâmica de mercado; a de Moçambique, assente numa trajectória gradual e adaptada à realidade nacional; e a do Quénia, caracterizada por forte presença de produtores independentes, mas também por desafios de coordenação, equilíbrio institucional e sustentabilidade.

O Comité analisou igualmente os contributos recolhidos junto de entidades públicas e privadas, operadores e regulador, os quais convergem na necessidade de aprofundar a sustentabilidade financeira, elevar a eficiência operacional, reduzir perdas técnicas e comerciais, melhorar a qualidade do serviço prestado aos cidadãos e clarificar os papéis e responsabilidades dos diferentes actores ao longo de toda a cadeia de valor da energia eléctrica.

A reflexão permitiu ainda aprofundar os principais desafios estruturais do sector, nomeadamente a expansão da cobertura eléctrica, a modernização das infra-estruturas, o reforço da fiabilidade do sistema, a melhoria da capacidade de planeamento e gestão e a consolidação de um modelo institucional mais coerente, funcional e orientado para resultados.

Foi também sublinhada a relevância da nova Lei da Electricidade como instrumento estruturante para a reorganização, regulação e funcionamento do sector, oferecendo bases mais sólidas para a definição de competências, o fortalecimento da governação sectorial e a promoção de um ambiente mais previsível, transparente e atractivo para o investimento.

A reunião permitiu igualmente aprofundar a análise sobre modelos alternativos de organização do sector eléctrico angolano, ponderando-se as respectivas vantagens, desafios e implicações operacionais, numa abordagem faseada, prudente e ajustada às especificidades do contexto nacional.

Neste processo, ficou reafirmado que a reforma do sector eléctrico deve ser orientada por objectivos estratégicos claros: garantir maior eficiência e sustentabilidade, melhorar a qualidade e continuidade do fornecimento de energia eléctrica, assegurar maior fiabilidade do sistema, expandir o acesso à electricidade, fortalecer a capacidade institucional do sector e criar condições para um ambiente mais competitivo, equilibrado e mobilizador de investimento.

Mais do que uma reorganização institucional, a reforma em curso representa uma aposta estruturante na consolidação de um sector eléctrico moderno, financeiramente sustentável e tecnicamente robusto, capaz de apoiar o crescimento da economia, impulsionar a industrialização, promover a inclusão territorial e contribuir directamente para a melhoria das condições de vida das populações.

Como próximos passos, o Ministério da Energia e Águas dará continuidade ao aprofundamento técnico das opções em análise, ao processo de validação com as partes interessadas e à preparação de recomendações para decisão, num quadro de responsabilidade, rigor e compromisso com o interesse público.

A reunião foi considerada produtiva, constituindo mais um passo firme e decisivo na definição das orientações estratégicas que irão sustentar a transformação do sector eléctrico nacional e consolidar a sua contribuição para o desenvolvimento sustentável de Angola.

Fonte: GTICII
Governo 06-04-2026
LUAU PREPARA-SE PARA RECEBER ENERGIA ELÉCTRICA E BENEFICIAR MAIS DE 100 MIL HABITANTES

O Executivo angolano, por intermédio do Ministério da Energia e Águas, no quadro da sua estratégia de expansão e diversificação da matriz energética nacional, concluiu a construção do Parque Solar Fotovoltaico do Luau, localizado no município do Luau, província do Moxico Leste.

Com a obra física 100% concluída, a infra-estrutura entra agora na fase final de operacionalização e começará a fornecer energia eléctrica à população nos próximos dias, representando um marco importante para o reforço do acesso à electricidade naquela região do País.

O projecto dispõe de uma capacidade instalada de 32,20 MWp e de um sistema de armazenamento em baterias com capacidade de 79,77 MWh, integrando cerca de 55 mil painéis solares, o que permitirá assegurar o fornecimento contínuo e estável de energia, 24 horas por dia.

Em paralelo, decorre a execução de aproximadamente 20 mil ligações domiciliárias, com impacto directo em mais de 100 mil habitantes, reforçando a inclusão energética e a melhoria das condições de vida das comunidades locais.

Este investimento enquadra-se na política do Governo de promoção das energias renováveis, redução da dependência de combustíveis fósseis e racionalização da despesa pública, prevendo-se uma poupança anual superior a 12 milhões de litros de combustível.

O Parque Solar Fotovoltaico do Luau representa, assim, uma transformação estrutural no panorama energético da região leste do País, reflectindo o firme compromisso do Executivo, sob liderança do Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, com a melhoria contínua das condições de vida das populações, a promoção da inclusão energética e o desenvolvimento sustentável de Angola.

Fonte: GTICII
Governo 31-03-2026
EXECUTIVO APOSTA EM “QUILONGA GRANDE” PARA GARANTIR ÁGUA A MILHÕES DE CIDADÃOS

O Executivo angolano, por intermédio do Ministério da Energia e Águas, continua a reforçar a implementação de projectos estruturantes voltados à melhoria das condições de vida das populações e à promoção do desenvolvimento sustentável do país.

Neste quadro, decorrem a bom ritmo os trabalhos de construção do Sistema de Abastecimento de Água Quilonga Grande, uma das mais importantes infra-estruturas hídricas actualmente em execução em Angola.

Localizado na região de Bom Jesus, o projecto representa um investimento estratégico para as províncias de Luanda e Icolo e Bengo, estando concebido para assegurar acesso regular à água potável a cerca de cinco milhões de cidadãos, em resposta à crescente procura por este serviço essencial numa das regiões mais dinâmicas e populosas do país.

A infra-estrutura permitirá reforçar significativamente a capacidade de produção e distribuição de água tratada, num contexto marcado pela expansão urbana, industrial e agrícola.

A sua área de abrangência inclui os municípios de Cacuaco, Viana, Mulenvos, Calumbo, Cabiri, Sequele, Bom Jesus e Catete, zonas de forte crescimento demográfico e com papel estratégico no desenvolvimento económico das duas províncias.

A Estação de Tratamento de Água (ETA) terá capacidade para produzir 518 mil metros cúbicos de água por dia e será complementada por uma ampla rede de distribuição, reservatórios e centros de armazenamento, permitindo levar água tratada directamente às residências de milhões de cidadãos.

O projecto contempla igualmente centros de distribuição em Cacuaco 2, Zango, Novo Aeroporto, Km 30, Capalanca, Bom Jesus e PIV.

Para além da expansão do sistema público de abastecimento, o Projecto Quilonga Grande terá impacto social, económico e sanitário relevante, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida das populações, a redução de doenças de origem hídrica, o reforço da saúde pública, o apoio ao crescimento urbano planificado e o impulso ao desenvolvimento industrial, agrícola e logístico da região.

Os trabalhos de captação de água, condutas de água bruta, estação de tratamento, reservatórios e estação de tratamento de água de processo apresentam um nível de execução física bastante avançado, prevendo-se que, até ao final de 2026, o sistema inicie o fornecimento de água potável às populações de Luanda e Icolo e Bengo.

No quadro da estratégia do Ministério da Energia e Águas para o reforço da segurança hídrica, da expansão da cobertura e da melhoria da fiabilidade do abastecimento público de água, a concretização do Projecto Quilonga Grande reafirma o compromisso do Executivo angolano, sob liderança do Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, com a implementação de infra-estruturas estruturantes, a melhoria contínua dos serviços públicos essenciais e a construção de uma Angola mais inclusiva, moderna e preparada para os desafios do futuro.

Fonte: GTICII
Governo 27-03-2026
ANGOLA DESTACA CANAL DO CAFU COMO MARCO NO COMBATE À SECA E ÀS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS

O Ministério da Energia e Águas, por intermédio do Instituto Nacional de Recursos Hídricos (INRH), destacou, esta quarta-feira, em Luanda, os avanços de Angola no combate aos efeitos das alterações climáticas, durante a Conferência Internacional sobre Alterações Climáticas, ao apresentar o Programa de Combate aos Efeitos da Seca no Sul de Angola (PCESSA), uma das mais relevantes iniciativas estruturantes em curso no País para mitigar os impactos da escassez hídrica e reforçar a resiliência das populações vulneráveis.

Realizada nos dias 25 e 26 de Março de 2026, a conferência decorreu no âmbito da cooperação entre a República de Angola e a União Europeia, com o objectivo de promover o intercâmbio de boas práticas e estratégias eficazes de mitigação e adaptação às alterações climáticas no território nacional.

O evento foi promovido pelo Ministério do Ambiente, em parceria com o Fórum Energia e Clima de Portugal, e financiado pela União Europeia, no quadro da Iniciativa Caminho Conjunto UE–Angola, reunindo especialistas, decisores políticos e representantes institucionais comprometidos com o fortalecimento da agenda climática e ambiental.

No decurso dos trabalhos, o Ministério da Energia e Águas, por intermédio do INRH, foi convidado a apresentar o tema “Programa de Combate aos Efeitos da Seca no Sul de Angola”, em reconhecimento ao papel estratégico do sector hídrico na resposta nacional aos desafios das alterações climáticas, sobretudo nas regiões historicamente mais afectadas pela seca cíclica.

A apresentação esteve a cargo de Emanuel Ferreira, em representação do Director-Geral do Instituto Nacional de Recursos Hídricos, tendo destacado as principais obras estruturantes em execução para garantir maior segurança hídrica, melhorar o abastecimento de água e reduzir a vulnerabilidade das comunidades do Sul do País.

Entre os projectos evidenciados, destacou-se o Sistema do Canal do Cafu, apontado como uma das mais emblemáticas infra-estruturas de combate à seca em Angola, pelos benefícios já visíveis na província do Cunene, onde tem contribuído para melhorar o acesso à água, impulsionar a actividade agropecuária e reforçar as condições de vida das populações locais.

A participação do MINEA nesta conferência internacional reafirma o compromisso de Angola com uma abordagem integrada e estruturada face às alterações climáticas, consolidando o papel do sector da água como pilar essencial da adaptação climática, da preservação dos recursos naturais e da promoção do desenvolvimento sustentável.

Neste contexto, iniciativas como o PCESSA afirmam-se como instrumentos estruturantes da resposta do Executivo angolano aos desafios climáticos, reflectindo a determinação do Governo em materializar soluções concretas para a protecção das populações, o reforço da segurança hídrica nacional e a construção de um futuro mais resiliente, inclusivo e sustentável para todos os angolanos.

Fonte: GTICII
Governo 25-03-2026
MISSÃO OFICIAL AO BRASIL REFORÇA REFORMA E PLANEAMENTO DO SECTOR ELÉCTRICO ANGOLANO

No quadro da visita oficial que efectua à República Federativa do Brasil, o Ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, realizou, nesta terça-feira, 25 de Março, uma visita de trabalho à Empresa de Pesquisa Energética (EPE), na cidade do Rio de Janeiro, no âmbito do aprofundamento da cooperação bilateral no domínio do planeamento e desenvolvimento do sector energético.

A visita decorreu com o acompanhamento institucional do Cônsul-Geral da República de Angola no Rio de Janeiro, Mateus de Sá Miranda Neto, reforçando a dimensão diplomática da missão oficial e a articulação entre a representação externa do Estado angolano e os objectivos estratégicos de desenvolvimento nacional.

A deslocação à EPE enquadra-se na visão do Executivo angolano de fortalecer a cooperação técnico-institucional com entidades de reconhecida competência internacional, promovendo a partilha de experiências, conhecimento especializado e boas práticas nos domínios do planeamento energético, segurança do abastecimento, expansão da capacidade instalada e sustentabilidade do sector eléctrico.

Durante o encontro, o Ministro João Baptista Borges destacou a importância do planeamento estruturado, integrado e prospectivo para assegurar uma gestão moderna, eficiente e resiliente do sector eléctrico, em consonância com os desafios do crescimento económico, da inclusão social e da transição energética.

Na ocasião, o titular da pasta sublinhou que Angola está a implementar um processo estruturante de reforma do sector eléctrico, orientado para o reforço da eficiência institucional, a melhoria da qualidade dos serviços prestados à população, a sustentabilidade do sector e a expansão do acesso à energia em todo o território nacional.

O governante angolano salientou, igualmente, a relevância estratégica da cooperação com instituições brasileiras de elevada especialização técnica, como a Empresa de Pesquisa Energética, considerando a experiência do Brasil uma referência importante para o aperfeiçoamento das políticas públicas e dos instrumentos de planeamento energético em Angola.

A visita permitiu, assim, aprofundar o diálogo técnico, institucional e diplomático entre Angola e Brasil, reforçando os laços de amizade e cooperação entre os dois países e consolidando uma agenda comum orientada para a modernização, eficiência e sustentabilidade do sector energético, em benefício do desenvolvimento nacional e da melhoria das condições de vida dos cidadãos.

Fonte: GTICII

minea.gov.ao Ministro da Energia e Águas

João Baptista Borges



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28/05/2026 - 29/05/2026

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